Injusto, escandaloso e estúpido – diria mais, perverso e imoral.
Um velho, que trabalhou toda a vida, tem de pagar por ser velho e doente.
Enquanto que a uma qualquer (…) que queira abortar, um destes dias, ainda recebe algum!
E tudo isto à custa do meu trabalho.
Este, é um país de “bananas”.
Tem lógica.
O Estado (nós) tem todo o interesse em subsidiar este tipo de actividade porque há cá gente a mais, as nossas taxas de natalidade são elevadíssimas, qualquer dia não há comida que chegue para todos , o trânsito está um inferno e faltam empregos.
Há que reduzir urgentemente a população e este é um método do caraças, porque, ainda por cima é progressista e moderno, como se faz lá fora, e abaixo o fascismo e os bispos e não sei quê mais.
Proponho até medidas mais avançadas e modernas como a castração de todos os machos e fêmeas que apareçam no SNS, nem que seja para tratar de uma unha encravada.
Cobra-se uma taxa valente pela unha e corta-se lhe os coisos à borla.
Temos de ser modernos…
Uma coisa desnecessária e contraproducente - para além de injusta - só pode ser “estúpida” para alguém (como eu e tu) que defendeu o SIm no referendo. Era esse o sentido.
Tiago, não me digas que esta é uma daquelas expressões “datadas”, que só as velhas carcaças conhecem. O que eu deixei dito é que a opção pela isenção de taxa moderadora é superlativamente estúpido, capice?
Nada datada Aproveitei apenas para explicar porque é que para mim é estúpido, mas claro que não ponho em causa que seja superlativamente estúpido, on the contrary
Desculpe a minha intromissão, Ana Matos, mas, uma vez que numa troca de mimos algures neste blogue, teve o desplante de querer dar lições de língua portuguesa, derramando-se em interessantes teses sobre virgulações e outras obsessões, não resisto a dar-lhe uma bicada amorosa a propósito desta sua interessante frase:
“O que eu deixei dito é que a opção pela isenção de taxa moderadora é superlativamente estúpido, capice?”
Amor com amor se paga e,já que estámos em maré de provérbios, não se deve cuspir para o ar sem cuidar das consequências da lei da gravidade.
8 Comments
June 22nd, 2007 at 16:26
Injusto, escandaloso e estúpido – diria mais, perverso e imoral.
Um velho, que trabalhou toda a vida, tem de pagar por ser velho e doente.
Enquanto que a uma qualquer (…) que queira abortar, um destes dias, ainda recebe algum!
E tudo isto à custa do meu trabalho.
Este, é um país de “bananas”.
June 22nd, 2007 at 16:30
Tem lógica.
O Estado (nós) tem todo o interesse em subsidiar este tipo de actividade porque há cá gente a mais, as nossas taxas de natalidade são elevadíssimas, qualquer dia não há comida que chegue para todos , o trânsito está um inferno e faltam empregos.
Há que reduzir urgentemente a população e este é um método do caraças, porque, ainda por cima é progressista e moderno, como se faz lá fora, e abaixo o fascismo e os bispos e não sei quê mais.
Proponho até medidas mais avançadas e modernas como a castração de todos os machos e fêmeas que apareçam no SNS, nem que seja para tratar de uma unha encravada.
Cobra-se uma taxa valente pela unha e corta-se lhe os coisos à borla.
Temos de ser modernos…
June 22nd, 2007 at 18:19
Realmente não tem cabimento…devia pagar e a dobrar!
June 23rd, 2007 at 10:00
Estúpido é apelido, Tiago. Verdadeiramente desnecessário.
June 23rd, 2007 at 19:55
Uma coisa desnecessária e contraproducente - para além de injusta - só pode ser “estúpida” para alguém (como eu e tu) que defendeu o SIm no referendo. Era esse o sentido.
June 23rd, 2007 at 21:08
Tiago, não me digas que esta é uma daquelas expressões “datadas”, que só as velhas carcaças conhecem. O que eu deixei dito é que a opção pela isenção de taxa moderadora é superlativamente estúpido, capice?
June 23rd, 2007 at 21:26
Nada datada
Aproveitei apenas para explicar porque é que para mim é estúpido, mas claro que não ponho em causa que seja superlativamente estúpido, on the contrary 
June 25th, 2007 at 9:30
Desculpe a minha intromissão, Ana Matos, mas, uma vez que numa troca de mimos algures neste blogue, teve o desplante de querer dar lições de língua portuguesa, derramando-se em interessantes teses sobre virgulações e outras obsessões, não resisto a dar-lhe uma bicada amorosa a propósito desta sua interessante frase:
“O que eu deixei dito é que a opção pela isenção de taxa moderadora é superlativamente estúpido, capice?”
Amor com amor se paga e,já que estámos em maré de provérbios, não se deve cuspir para o ar sem cuidar das consequências da lei da gravidade.
Ou será do lei da gravidade?
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