Monday, June 25th, 2007...1:49
O homem ao nível do coelho
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«Crescei e multiplicai-vos, enchei a terra» (Gen. 1, 28)
Um grande desígnio moral, não haja dúvida.
«Crescei e multiplicai-vos, enchei a terra» (Gen. 1, 28)
Um grande desígnio moral, não haja dúvida.
13 comentários
categoria Religião Texto de Tiago Mendes

13 Comments
June 25th, 2007 at 1:53
“Extingam-se”, esse sim grande desígnio moral.
June 25th, 2007 at 3:46
Muito mais do que moral, é racional, diria mesmo lógico, económico, Tiago. Ou tu não achas preocupante o envelhecimento das populações na Europa, por exemplo? É uma das razões porque o cristianismo se manteve tão vivo durante mais de 2000 anos: a maioria esmagadora dos seus conceitos são assentes numa organização da sociedade que é quase pragmática.
June 25th, 2007 at 11:55
Que “post” inspirado este, provindo dum autor tão anal ( não, nada de confusões linguísticas, tal como em inglês, este anal é de analítico, não é o da acepção sexual) e observador, pois contrariamente aos coelhos e às outras espécies que o Criador fez, a homem para se manter e sobreviver não precisa de se reproduzir e multiplicar. Enfim…
June 25th, 2007 at 14:29
Algum problema, Tiago? Não consigo comentar os teus posts mais recentes.
June 25th, 2007 at 14:34
Nope. Why would there be one? Mas consegues comentar, Miguel. Basta mandar um email.
June 25th, 2007 at 15:54
Um mail? Eu falava mesmo de comentários publicos. Já que os posts públicos porque há de ser privada a discussão?
June 25th, 2007 at 15:57
Liberdade individual, my friend. Se for útil, publico tudo o que me for enviado.
June 25th, 2007 at 16:28
[…] mundo novo da filosofia que generosamente partilha com colegas e leitores deste blogue o Tiago traz-nos hoje mais uma vez a roda: que moral é esta a da Igreja, que coloca o homem ao nível, diz, dos […]
June 25th, 2007 at 16:38
“Se for útil, publico tudo o que me for enviado”
É tu quem decide o que é útil para o público? Bastante paternalista…
June 25th, 2007 at 16:48
Caro Tiago, mutatis mutandis não vejo grande diferença entre essa antiquíssima injunção da Bíblia e, por exemplo as licenças de maternidade, os subsídios de nascimento, etc,etc.
Moral?
Qual moral?
Pura necessidade…e se quiser ver a coisa noutra perspectiva, um formidável incitamento às relações heterossexuais…no sentido bíblico própriamente dito.
O Abrunhosa fez o mesmo incitamento e ninguém lhe atirou aos óculos com a “moral dos coelhos”.
E então que fazer?
Talvez f..
June 25th, 2007 at 20:59
“É tu quem decide o que é útil para o público? Bastante paternalista…”
Miguel,
Se te vitimizares um bocadinho mais, só um bocadinho mais, pode ser que eu reconsidere. Detesto ver pessoas assim infelizes.
June 25th, 2007 at 23:35
Vá lá!! Repõe lá os comentários.
De outra forma obrigas-me a fazer um post quando voltares a truncar citações. Isso sim. Seria triste.
June 26th, 2007 at 0:43
[…] cabeça que lá encontrasses insinuações, em vez de uma brincadeira - obviamente, crítica do teu texto anterior - em redor da moral e das ‘coelhinhas’. Fico surpreendido por teres fervido em tão […]
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