-Entre a crença na liberdade de escolha, e aquilo em que o Daniel Oliveira acredite, seja lá o que fôr, separa-nos um mundo, o Daniel foi buscar estas informações ao seu ídolo M.Moore, e ao “filme”, se é que se pode chamar aquilo de filme, documentário não é certamente, porque documentário pressupõe informação, prefiro chamar-lhe uma “obra” de ficção, que pretende arrasar com o sistema de saúde americano, e elevar os cuidados médicos cubanos a um estatuto superior. O que Moore, e D.Oliveira não dizem é que aquilo que defendem é travar os avanços da medicina, que são os Estados Unidos o país que mais avanços conquistou nestas matérias, e que se o sec XX, e consequentemente o XXI viram aumentar exponencialmente a esperança de vida muito se deve aos Estados Unidos. O que também não dizem é que nenhum hospital americano pode deixar um doente sem tratamento, mesmo se ele vendeu o seu cartão de saúde, evidentemente que não é um sistema perfeito, tem falhas, desde logo por ser gerido por pessoas, mas Moore está muito longe de ser exemplo para alguém, ou sequer de ter autoridade moral para o que quer que seja, se nos lembrarmos da cerimónia do óscares em 2003, e mais recentemente da entrevista à CNN, a única superioridade que Moore se pode arrogar é a da falta de educação, mas isso o Daniel não referiu. Pontos de vista!
“que são os Estados Unidos o país que mais avanços conquistou nestas matérias, e que se o sec XX, e consequentemente o XXI viram aumentar exponencialmente a esperança de vida muito se deve aos Estados Unidos.”
Pena que sejam os outros países a aproveitar esses avanços e o aumento da esperança média de vida (EMV).
Os EUA estão em 30º lugar na EMV, com 77,5, o mesmo que Portugal, curiosamente, atrás de Cuba (77,6).
4 Comments
July 20th, 2007 at 1:52
-Entre a crença na liberdade de escolha, e aquilo em que o Daniel Oliveira acredite, seja lá o que fôr, separa-nos um mundo, o Daniel foi buscar estas informações ao seu ídolo M.Moore, e ao “filme”, se é que se pode chamar aquilo de filme, documentário não é certamente, porque documentário pressupõe informação, prefiro chamar-lhe uma “obra” de ficção, que pretende arrasar com o sistema de saúde americano, e elevar os cuidados médicos cubanos a um estatuto superior. O que Moore, e D.Oliveira não dizem é que aquilo que defendem é travar os avanços da medicina, que são os Estados Unidos o país que mais avanços conquistou nestas matérias, e que se o sec XX, e consequentemente o XXI viram aumentar exponencialmente a esperança de vida muito se deve aos Estados Unidos. O que também não dizem é que nenhum hospital americano pode deixar um doente sem tratamento, mesmo se ele vendeu o seu cartão de saúde, evidentemente que não é um sistema perfeito, tem falhas, desde logo por ser gerido por pessoas, mas Moore está muito longe de ser exemplo para alguém, ou sequer de ter autoridade moral para o que quer que seja, se nos lembrarmos da cerimónia do óscares em 2003, e mais recentemente da entrevista à CNN, a única superioridade que Moore se pode arrogar é a da falta de educação, mas isso o Daniel não referiu. Pontos de vista!
July 20th, 2007 at 1:59
novo blog
http://www.lilliput-gulliver1.blogspot.com
July 20th, 2007 at 11:47
ide lá ao 31 ver as coisas giras que se andam a passar nas vossas costas
July 20th, 2007 at 23:04
“que são os Estados Unidos o país que mais avanços conquistou nestas matérias, e que se o sec XX, e consequentemente o XXI viram aumentar exponencialmente a esperança de vida muito se deve aos Estados Unidos.”
Pena que sejam os outros países a aproveitar esses avanços e o aumento da esperança média de vida (EMV).
Os EUA estão em 30º lugar na EMV, com 77,5, o mesmo que Portugal, curiosamente, atrás de Cuba (77,6).
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