Monday, August 6th, 2007...14:31

Dalila e o calcanhar de Sócrates (II)

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Sobre o assunto, acompanhei também de longe alguns comentários na blogosfera e nos jornais. Aproveito por isso para discordar do meu caro amigo Pedro Boucherie Mendes: em qualquer empresa privada decente valorizam-se as diferenças de opinião, desde que elas sejam pertinentes e até possam contribuir para uma maior produtividade geral. O mesmo deverá acontecer nos organismos do Estado. O que se deveria perguntar é se, nunca sendo ofensivas, as declarações de Dalila Rodrigues fazem ou não sentido. Ora a resposta é que fazem todo o sentido: Dalila Rodrigues tem toda a razão sobre a precariedade do actual - como do anterior - modelo de gestão dos museus portugueses. Porque é preciso recordar que Dalila também discordava do anterior modelo - ainda que não tivesse sido afastada por isso - e aguardava com esperança a nova lei orgânica.

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