Monday, October 8th, 2007...11:28
O demónio adormecido
A lembrança das perseguições dos judeus esteve presente em quase todas as intervenções, assim como o perigo do reavivamento do anti-semitismo. “Este foi um gesto que invocou um demónio que dorme no coração da Europa”, disse o padre Peter Stilwell, como representante do Patriarcado de Lisboa, reforçando a necessidade de haver na capital um monumento que relembre a violência de que foram alvo os judeus na história portuguesa.
(…)
Ester Mucznik, vice-presidente da Comunidade Israelita de Lisboa e membro da Comissão da Liberdade Religiosa, disse à margem dos discursos que “espera que este acto inédito seja isolado” mas que “não deve ser desvalorizado o acto de inscrever uma suástica em campas, um acto de características assumidamente anti-semitas”.
Público de hoje.

2 Comments
October 8th, 2007 at 12:51
“não deve ser desvalorizado o acto de inscrever uma suástica em campas, um acto de características assumidamente anti-semitas”.
Que relevância tem esse acto, e já agora o Holocausto, quando comparado com as atrocidades cometidas por Che Guevara que ainda hoje têm repercussão pela sociedade? Porque é que PPM insiste em dar contínua visibilidade a actos de profanação de campas e convenientemente esquece as milhares de t-shirts usadas por todo o mundo com a cara de Che?
October 8th, 2007 at 15:06
“Este foi um gesto que invocou um demónio que dorme no coração da Europa”, disse o padre Peter Stilwell
1) Dorme no coração do catolicismo, diria eu também. Notoriamente na Polónia, o anti-semitismo teve fortes ligações a católicos.
2) Porque é que é sempre Peter Stilwell o padre designado para este tipo de eventos? Seria mais significativo que o patriarcado designasse para lá ir uma figura mais de proa, e mais tradicional, da Igreja.
Leave a Reply