Sunday, October 14th, 2007...10:29
Dos grandes paradoxos da modernidade,
, ou por que o Beck (o alemão, não o outro) e respectivos apóstolos deviam ser despachados para outro sítio qualquer.
A Europa, essa bonita ideia quase tão debatida como a “comunidade internacional”, tem algumas dúvidas sobre si mesma. Muitas certezas, mas algumas dúvidas: por exemplo, que fazemos com a PAC? Em que imponente Versalhes faremos a próxima CIG, na tua casa ou na minha? A minha flexigurança é melhor que a tua.
Dentre as certezas, devemos claramente salientar a imensa importância que temos para o mundo. O farol de normas que somos. A máquina exportadora de mecanismos de regulação. Os senhores da República Popular da China tremem diariamente, a pensar na avalanche de verbetes que podemos publicar antes das dez da manhã.
O que eu gosto do meu umbigo. E de o impingir a um resto do mundo que nunca realmente quis saber sobre Novembro de 1989. Mas frankly, Mr.Shankly, há vida para além dos Urais.

3 Comments
October 14th, 2007 at 15:04
Uau… parece-me que temos aqui um estilo de escrita à la Fernanda Câncio!… Título, pontuação, formulação das premissas, linguagem provocativa, uso de expressões british…. Já só falta a letra minúscula no início de cada frase. Tudo isto me soa a dejà vu. Enfim, só me resta dar os parabéns à Câncio, o mérito é todo dela. Parece Só tenho pena que outras meninas precisassem de um exemplo e tivessem perdido a vergonha tão tarde
October 14th, 2007 at 15:05
Uau… parece-me que temos aqui um estilo de escrita à la Fernanda Câncio!… Título, pontuação, formulação das premissas, linguagem provocativa, uso de expressões british…. Já só falta a letra minúscula no início de cada frase. Tudo isto me soa a dejà vu. Enfim, só me resta dar os parabéns à Câncio, o mérito é todo dela. Parece que fez escola.
October 14th, 2007 at 15:09
Parece-me que fiz duplo-triplo post, repetidos e quase quase gémeos. OOOPS………
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