Tuesday, October 30th, 2007...0:41
Um olhar de gente
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Aos 55 segundos deste vídeo. Só de pensar que o João Miranda pode pegar nesta preciosidade para voltar à carga com a sua teoria anarcap de que sem qualquer Estado teríamos um “florescimento de agências privadas de segurança que protegeriam os mais fracos, sem excepção“, até tremo…

7 Comments
October 30th, 2007 at 1:04
Caro Tiago,
tssst…o power point é como os rankings é como o algodão: não mente.:)
October 30th, 2007 at 2:02
http://ablasfemia.blogspot.com/2007/06/anarco-capitalismo.html
October 30th, 2007 at 9:09
Se reparar a segurança privada hoje é a parte fundamental da segurança das pessoas, quer nas empresas, quer nos condominios, quer nos grandes centros comerciais, etc.
As agências privadas já floresceram há muito.
Já agora, Tom Palmer sugere seguinte teste:
Telefone para uma pizzaria a encomendar uma pizza de 10 euros e telefone para a policia a dizer que está a ser assaltado e depois espere para ver quem chega primeiro.
Tem assim tanta certeza que os “fracos”são actualmente bem protegidos?
October 30th, 2007 at 10:54
Miguel, obrigado.
Carlos, basta olhar para o sistema actual de saude nos EUA e pensar no quao melhor ele ainda poderia ser, imaginando, por exemplo, que Ron Paul descia do Olimpo para vencer.
October 30th, 2007 at 11:04
Tremer nunca, Tiago, palize.
Ps: Mesmo criticando alguma demagogia manipuladora, não consigo deixar de aconselhar o visionamento do “Sicko”.
October 30th, 2007 at 12:12
Agora passamos para a saúde?
October 30th, 2007 at 14:53
No que respeita às “agências de segurança”, uma coisa é verdade: é exactamente entre os sectores mais desfavorecidos da sociedade que mais existe a mentalidade de “aconteça o que acontecer, resolvemos isto nós; ninguém diz nada à policia” o que pode indiciar que sao os mais “fracos” (economicamente) que menos confiam na policia oficial.
E note-se que organizações criminosas como a Mafia muitas vezes surgiram inicialmente para aproveitar a “oportunidade de mercado” representada pela desconfiança de grupos sociais como os imigrantes ou os camponeses pobres face ao Estado.
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