Tuesday, November 6th, 2007...2:02

Charles Murray em defesa de James Watson

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Nobel acusado de racismo está correto, diz cientista político

(via A Origem das Espécies)

12 Comments

  • Há uma coisa que eu nunca vi os autores que sustentam uma desigualdade genética na inteligência entre negros e brancos dizerem (mas também nunca fui à procura) - qual a razão pelo qual a inteligência seria uma maior vantagem evolutiva para os brancos do que para os negros, que explicasse que esta se desenvolvesse mais depressa entre os brancos do que entre os negros.

    Na verdade, atendendo a que os negros têm uma maior mortalidade e natalidade (logo uma mais rápida sucessão de gerações) e que as culturas africanas são mais dadas a poligamia, seria de esperar era que os mecanismo de selecção natural actuassem mais depressa entre os negros do que entre os brancos, logo que os negros evoluissem mais depressa que os brancos.

  • Ha quem defenda que a inteligência é uma das fontes do sofrimento humano.Felizes os pretos.

  • Vale a pena ler a entrevista toda. Os ricos também são mais inteligentes. É por isso que são ricos. E os filhos deles herdam as duas coisas: a riqueza a inteligência. É por isso que entram mais facilmente na faculdade.

    Já agora, Charles Murray, que parrticipa num think tank do partido republicano, já tinha defendido que os judeus são mais inteligentes que os restantes mortais. Não podia ter encontrado melhor testemunha abonatória para a sua agenda, AAA?

  • André Azevedo Alves
    November 6th, 2007 at 3:34

    “Não podia ter encontrado melhor testemunha abonatória para a sua agenda, AAA?”

    E qual será a minha agenda, DO?…

  • “Existem dados vindos de muitos países africanos e de diversos testes, inclusive alguns sem perguntas culturais, e estudos feitos por psicólogos negros, não são só pessoas brancas. E os resultados são muito confiáveis: ao longo dos países da África Sub-Sahariana, são extremamente baixos. Pode-se discutir é o que isso significa, mas os números são realmente baixos.”

    Os números não devem ser formidáveis.
    Mas da mesma maneira que se extrapola da forma como esse senhor faz, eu também posso fazer o mesmo, mas no sentido inverso, isto é, para cima. Talvez esses números tão fracos estejam relacionados com o que se tem passado em África nos últimos séculos.
    Será que existe alguém que ache que a vida de um habitante do Sudão, do Chade, da Nigéria ou da África do Sul, propícia o desenvolvimento pessoal!!!!
    Se nós aqui na Europa já temos muita dificuldade, quanto mais em África.

    O Homem africano percorre milhares de quilómetros e milhares de milhas marítimas, para quê?
    Para chegar a um sitio onde pode melhorar as suas chances de sobrevivência.
    Onde!?
    Não é em África, pois não!?
    Eu acho que quando o Homem só pensa em sobreviver, embrutece.
    Eu não sou cientista, mas esse senhor também não, apesar dos títulos que possa ter.

  • Para além disso, o Miguel Madeira levanta uma questão pertinente no fim do seu comentário.
    Bem visto!

  • Charles Murray por exemplo verificou qual seria a nota a partir do (em média) qual os pais repreendiam os filhos:

    asiáticos: A-
    brancos: B-
    negros: C-

  • O conservador negro Thomas Sowell tem uma teoria contra a tese da inferioridade genética dos negros (e também contra a tese do racismo): os negros das Caraibas que imigram para os EUA costumam ser melhor sucedidos que os negros americanos propriemente ditos. Ora, os caribenhos são geneticamente mais “negros” que os negros norte-americanos (que têm muito sangue “branco” à mistura)

  • Pessoalmente atribui menos ao genético e mais às condições culturais próprias de cada raça/etnia.

    Ver a percentagem de brancos inteligentes na NBA…

    Por outro, a percentagem de mulheres solteiras com filhos (frequentemente de vários pais afastados), de que cuidam sozinhas é muitissimo grande/mais elevado nos negros.

  • Não é só o Murray que diz isto. Steven Levitt, trabalhando com data mining sobre gigantescas bases de dados americanas, retira exactamente as mesmas conclusões.

    Vejamos, se a escola secundária D.Maria, de Coimbra tem a melhor média das escolas públicas, iso deve-se, como disse o DL-Conraria, entre outras coisas, ao facto de “os pais terem casas de mais de 100 000 euros”.
    Claro que ao dizer isto, pretende marcar o ponto do estrato sócio-económico, como se os resultados dos alunos fossem devidos apenas ou essencialmente ao meio em que vivem.

    Ora o que diz Murray e Levitt, e em inteira lógica e é uma explicação sensatamente darwinista, é que os alunos são mais inteligentes ( em média), porque são filhos de gente mais inteligente, ( em média).
    Claro que isto não é politicamente correcto, mas é uma explicação sem falhas.

    Que explica tb porque razão gémeos monozigóticos educados em meios diferentes, obtêm resultdos académicos muito similares.
    Não é o meio..são os genes.
    Não é o que os pais fazem, ou compram..é o que fizeram 9 meses antes no truca truca.

    O potencial vem daí. O meio pode ou não permitir a sua realização, mas a verdade é que nem que eu tivesse nascido dentro de uma baliza, algum dia poderia ser o Cristiano Ronaldo.
    E mesmo que tivesse nascido com um lápis na orelha e levado com livros de Física na cabeça desde o infantário, tenho fundadas dúvidas que tivesse desvendado a teoria da relatividade.

  • MM, a sua teoria darwinista atamancada, tem algumas falácias lógicas.
    Ora pense lá bem e perceberá onde está o gato que o leva a conclusões erradas.

  • “MM, a sua teoria darwinista atamancada, tem algumas falácias lógicas.”

    Não chego lá. Quais são as falácias da minha teoria?

    Ou melhor, pensando bem, até me ocorre uma possivel razão - a inteligência é uma maior vantagem em povos nómades do que sedentários (já que os primeiros tem que fazer mais exercicio mental - tem que se orientar melhor no espaço, procurar sinais de pastagens férteis, etc.); como, supostamente, a humanidade nasceu em África, é de esperar que as tribos com um maior raio de acção (em principio, as mais inteligentes) tenham sido as primeiras a sair do continente. Era a esta hipotese que o José Carmo se referia?

    Agora teriamos era que testar o QI do habitantes da Arábia, do Sahara e da Asia Central para verificar a tese (mas o alto QI dos judeus askenazis - que, geneticamente, são árabes-com-outro-nome mais umas gotinhas de sangue khazar - pode apontar nesse sentido)

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