Wednesday, November 14th, 2007...18:01
Ligeirezas e democraticidade
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Para aligeirar o que se passa na Venezuela, o Rui Tavares, volta e meia, invoca a legitimidade democrática do presidente Hugo Chavez. É certo que o esférico venezuelano foi eleito em sucessivas eleições cuja credibilidade não se discute. Porém, o facto de uma pessoa ser eleita democraticamente não faz dela democrata. A democracia, ao contrário do que se imagina, não se esgota, nem se cumpre, no acto eleitoral.
Ana, no Ana de Amsterdam

2 Comments
November 14th, 2007 at 18:40
Isso é verdade, veja-se as mentiras do nosso PM.
November 14th, 2007 at 20:38
é evidente. a democraticidade não se esgota no acto eleitoral. mas o acto eleitoral transfere legitimidade enquanto representante, e se essa legitimidade é reconhecida pelos parceiros internacionais, implica uma série de regras mútuas. que chávez foi o primeiro a não respeitar, com respeito a aznar.
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