Tuesday, December 4th, 2007...17:30
Nota breve
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Vejo com algum constrangimento que o Tiago Mendes termina a sua colaboração aqui no blogue da Atlântico com espírito destrutivo, no meio de imprecisões e inverdades que não me interessa aprofundar, porque realmente têm muito pouca importância e o espectáculo é deprimente.
Este blogue continuará a ser o mesmo espaço de liberdade e de pluralismo que sempre foi e sempre será. Não aceitamos que o espírito destrutivo ou autodestrutivo de seja quem for ponha em causa essa liberdade e pluralismo.
Voltemos, pois, ao que é importante.

32 Comments
December 4th, 2007 at 17:34
Tinha o Paulo em melhor conta. Isso não se faz Paulo!! Tristeza…..
December 4th, 2007 at 17:55
Bem, tinha desbookmarkado o Insurgente para bookmarkar o Atlantico.
La vou ter eu que mexer outras vez nas Bookmarks…
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Ald-D
bye bye
December 4th, 2007 at 18:19
Exigir a alguém um pedido público de desculpas sob ameaça de expulsão é um acto bastante condenável. Aliás, não esquecer que as auto-críticas fizeram escola na esquerda…ahahahaha
Não interessa aprofundar as inverdades?? Pois eu diria que interessava e muito, mas possivelmente é um trabalho penoso e difícil.
December 4th, 2007 at 18:40
Comentários anónimos de solidariedade é uma contradição entre termos. Assumam-se, meus caros, que a tristeza é toda vossa.
December 4th, 2007 at 18:48
Votos de paciência natalícia e muitos sucessos, caro Paulo.
E parabéns pelo feliz aniversário de ontem.
December 4th, 2007 at 18:50
Segue em frente, Paulo.
Abraços
December 4th, 2007 at 18:54
Obrigado, Gabriel e José Mexia. Abraços
December 4th, 2007 at 19:37
ainda ficou cá um que é pior que este…
December 4th, 2007 at 19:37
ainda ficou cá um que é pior que este…
e é burro
December 4th, 2007 at 19:56
Caro Paulo,
Só quem tenha más intenções pode dizer mal da tua postura. Precisamos é de gente assim como tu.
December 4th, 2007 at 20:20
Parabéns, PPM!
December 4th, 2007 at 20:32
Caro PPM,
O meu nome é Catarina. Não sou uma pessoa importante, não tenho nome na praça e é irrelevante se sou Catarina Silva se Catarina Mendes. De resto, não há forma alguma de se saber a verdade sobre a minha interessantíssima identidade, a menos que requeira um processo judicial, o qual lhe iria ser prontamente negado dada a inocuidade dos meus comentários. Não vamos começar outra vez a conversa sobre o anonimato. Aliás…nós não estamos a discutir pessoas, pois não??
Continuo achar condenável e ridículo exigir a uma pessoa adulta e responsável um pedido público de desculpas. Essas exigências fazem-se para educar crianças, não como meio de resolver contendas entre pessoas já educadas e instaladas na vida.
December 4th, 2007 at 21:46
Não interessa aprofundar Paulo P.M.? E a credibilidade? Quem é que agora vai acreditar no que dizes? Os indefectíveis? E chega?
December 4th, 2007 at 22:00
Sim, sim, Budos, a tua credibilidade é que é indiscutível. Catarina, quero lá saber da sua identidade, mas acharia normal que assinasse com o seu nome numa questão deste tipo.
December 4th, 2007 at 22:07
A credibilidade do Budos vale ZERO. O Budos acaba de morrer aqui. O Budos não tem nenhuma revista, está-se a borrifar para a credibilidade. O PPM também está? Boa meu!
December 4th, 2007 at 23:07
E pedir à zazie que assinasse com o seu nome? Uma coisa gira é que nunca pedem aos anónimos que estão a vosso favor que se identifiquem. Se calhar é só porque dizem claramente as monstruosidades todas que vos passam na tola (mas são excessivamente “educados” para revelar).
December 4th, 2007 at 23:44
Nas calmas, para isso mesmo é que existe censura de comentários. Também escrevi para aí testamentos teóricos que me apagaram. Ora, se me apagam a teoria, então não vale a pena gastar latim.
Mas tenho sempre muito cuidado em tudo. Sem que não deixei nenhuma dessas tretas mais básicas para incomodar o autor do post. E também não vim para aqui para tomar partido por nada. Absolutamente nada.
Apenas por ter uma pequena dívida a saldar com o RAF e ele ter tido uma atitude muitíssimo nobre.
Fora isso, só por absoluta imbecilidade é que se comparava a falta de respeito para com colegas de blogue com o que não faz parte, nem de blogue, nem de revista.
Aproveito até para deixar um sujestão ao PPM, de modo a não existirem confusões. Um blogue de uma revista devia exigir inscrição. Eu entendo perfeitamente a questão das hierarquias numa revista e num blogue que é o seu prolongamento. Deve até ser um fenómeno bem disparatado andarem por aí leitores da revista que nada têm a ver com conversetas circulares da blogosfera e levaram com elas por se misturarem as coisas.
December 4th, 2007 at 23:45
Em tudo, excepto na escrita… sei, em vez de sem.
December 5th, 2007 at 0:08
Com tanto tourette e estrangeirismos para tão pouco.
Uma coisa tão simples de se entender teoricamente -
era fecharem as fronteiras e a ver se não tinham de ir para a tasca “debater” futebol. Assim, com esta vergonha de fronteiras abertas, é só fuga de cérebros e saudades do bacalhau lá em Oxford.
December 5th, 2007 at 0:10
Mas esperemos pelo efeito borboleta- talvez caia o governo…
December 5th, 2007 at 1:22
Problemas com os novos colaboradores, Paulo? Que chatice…
December 5th, 2007 at 1:46
Palavrões é que não, Zazie.
December 5th, 2007 at 1:51
ahahahaha
Vs. são muito engraçados. Se não existissem tinham de ser inventados.
beijinhos. Vou indo.
“:O))
“palavrões é feio, não se podem dizer. Só é pena que depois o FJV pirateie o bacano do maradona e faça aquelas croniquetas chatas no jornal, sem o humor e os palavrões originais
ehehe
December 5th, 2007 at 1:52
Mas olha que o efeito borboleta é um conceito científico. Não queria dizer outra coisa. É mesmo bater de asas em Oxford e queda de governo cá.
December 5th, 2007 at 3:04
Sou português do Rio de Janeiro e cheguei aqui via Veja, blog do Reinaldo. Que lindo cartão de visita, este happening.
Aconselho, se me é permitido, o videocast do Reinaldo “Ofensas”. Bem a calhar, não é mesmo? E medica esse Tiago.
December 5th, 2007 at 8:41
Tudo isto foi um erro grave e nao por grandes razoes ideologicas ou morais: simplesmente porque transformou a atlantico em motivo de galhofa.
December 5th, 2007 at 9:06
O Tiago escreveu um lençol.
Versão blogosférica dos discursos castristas e chavistas.
Só se justifica quem perde.
O suco da barbatana de tanta retórica, podia resumir-se a uma frase à El-Rei D Juan Carlos, mas há que ser sistemático.
1.O Tiago fazia parte de um projecto em que participava o André.
2. O Tiago abominava algumas ideias do André e provavelmente o André abominava as do Tiago.
3.Num dia aziago, o Tiago acordou de rabo virado para a lua e disse cobras e lagartos do André e/ou ( distinção especiosa) das suas ideias. Usou vernáculo…adjectivos fortes. Tabernícolas.
4. Os amigos da onça gostaram de ver e deram palmadinhas nas costas.
5.As outras pessoas sentiram-se constrangidas. E, de um modo geral desaprovaram o repuxo peixeiral do Tiago.
6. Finalmente este parece ter percebido. Mas, em vez de pedir desculpa, preferiu largar cortinas de fumos retóricas.
7.Ficam os factos, e um relance do carácter.
December 5th, 2007 at 9:25
weide, não se preocupe com a galhofa, que ela faz parte da vida. A democracia tem estes custos: existe liberdade de expressão e quem tente abusar dela.
December 5th, 2007 at 12:29
Paulo, vai em frente. Sabes, pedir desculpa quando se erra só está ao alcançe de quem tem honestidade intelectual. Não é o caso, pelo visto. Assim, tchau Mendes…
December 5th, 2007 at 13:13
Em suma, Paulo, foi um erro de casting não remediado atempadamente, verdade?
December 5th, 2007 at 14:32
Só há uma coisa que me intriga- com todo aquele despeito tão entranhado e embirração fulanizada, será que o Tiago conhece ao vivo o AAA ou foi tudo html+ideologia?
December 5th, 2007 at 19:02
Não percebo porque razão o meu comentário de ontem a este post foi apagado. Não havia insultos, os termos eram perfeitamente serenos, como a casa tanto preza, mas era discordante com o Paulo e o André (e pelos vistos isso aqui pesa ainda mais que a boa educação).
De qualquer forma, só para dizer outra vez que acho os posts do Tiago salutares para uma divisão que é importante levar a cabo, a bem da direita portuguesa e, por conseguinte, do ambiente democrático do país.
O 8º post, sobretudo, era longo (e palavroso e enleado e tudo o mais), mas tinha sumo, embora compreenda que amargo para o Paulo. E repito, olhe que aquilo que o Tiago ali escreve não soa a inverdade (sim já sei, aqui diz-se “inverdade” porque “mentira” é feio, embora depois se insurjam todos contra os “politicamente-correctos”, os rebeldes).
Espero que o Tiago volte depressa à blogosfera, e tenho pena que tenha saído desta casa.
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