Monday, December 17th, 2007...11:48

Liberdade vs. paternalismo

Jump to Comments

“Sweet Land of Liberty?” de Donald J. Boudreaux no Pittsburgh Tribune-Review.

I’ve always understood the boast that America is a “sweet land of liberty” to mean that we Americans — each of us, individually — value our personal space and will tolerate no interference with our individual choices by anyone. As long as I accord others the same rights, I am free to do as I please. That, at least, is the ideal to which Americans traditionally aspire.(…)

Within the boundaries of this arrangement, neither my neighbor nor I am free to dictate the ingredients of each other’s diet or, more generally, each other’s lifestyle choices. I might be convinced — and correctly so — that my neighbor’s habit of smoking, eating lots of salt-encrusted trans fat-laden foods and sitting for hour upon endless hour watching television will likely shorten his life.

I can try to persuade him to make more healthful choices. But that’s it. In a free society, if my neighbor chooses to trade off longer life expectancy for greater gustatory or decadent pleasures, so be it. He is a free man.

And if I want to remain a free man (as I most certainly do), I must accord my neighbor his own freedoms. I must accord him his freedoms as a practical matter, for if I coerce him to live as I think he should live, I unleash forces that likely will one day coerce me to live as someone else thinks I should live.

7 Comments

  • Vem isto a propósito da lei do fumo, não é?

    Então, e se o governo decidisse cobrar ao Sr. Donald J. Boudreaux parte da banda gástrica que o vizinho irá colocar? Não relativizaria a sua liberdade?

  • “Então, e se o governo decidisse cobrar ao Sr. Donald J. Boudreaux parte da banda gástrica que o vizinho irá colocar? Não relativizaria a sua liberdade?”

    Desculpe mas não comprêendo o alcance da sua questão. Podia reformulá-la?

  • A relação do tabaco com vários “problemas” de saúde é conhecida. Mas neste momento, se um fumador tiver um problema (tipo cancro de pulmão) é tratado de forma igual ao paciente que tem o cancro (e não é/foi fumador), certo? Justiça? Preço pela liberdade?

    De modo geral, o serviço nacional de saúde tem despesas acrescidas com o tratamento de doenças relacionadas com o fumo. Temos um sistema nacional de saúde que nos faz pagar cada vez mais por menos serviços. Mas (no essencial) pagamos por igual. É essa a questão: até que ponto isso não é um atentado à liberdade?

  • As contribuições compulsivas para o SNS assim como a multiplas redifinições do nível de serviço sem que seja dada a possibilidade de “opt-out” são uma arbitrariedade e um “atentado à liberdade”. Se pesquisar um pouco nos textos de Boudreaux encontrará por certo algo sobre o assunto.

  • E chuta pr’a canto!

  • Não, caro Miguel Noronha, não creio que me vá dar ao trabalho.
    Já a sua resposta - que me interessava - diz-me muito… pouco.

  • Lamento não corresponder às expectativas

Leave a Reply

eXTReMe Tracker