Tuesday, December 18th, 2007...19:41

Esclarecimento

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A direita do Pedro Marques Lopes é a direita de que eu também gosto. Posso não concordar muitas vezes com ele, mas isso é outra história sem qualquer importância.

6 Comments

  • -Numa época em que infelizmente a esquerda domina Potugal, levando-o para o abismo, não será preferível as pessoas de direita, pararem de procurar divergências entre si, cavando até transformar um pequeno buraco num abismo? Ninguém concorda totalmente com outro alguém, mas discordar, discordar, eu discordo é da política do engº Sócrates!

  • Exactamente, António de Almeida, tem toda a razão.

  • who cares? make an argument and stop kissing ass! (metaphorically speaking, that is)

  • A chatice é que a “direita” do Lopes é,frequentemente,quando não essencialmente,uma formulação de conceitos de uma esquerda desgarrada e desgarradora,com a qual não é possivel condescender.Lopes já seria “falável”se se reconhecesse claramente de esquerda,evitando assim a confusão que,parece,está a lançar nalguns espíritos.De qualquer forma,acho que Lopes não é tema com suficiente importância para se gastar mais cera.

  • Caros António de Almeida e Paulo P. Mascarenhas

    Eu compreendo que possam ter algumas reticências em, como diz o António, “transformar um pequeno buraco num abismo”. Isso não é de modo alguma desejável.

    Mas não compreendo que a direita deixe de discutir entre si, apenas e só, por medo de chegar a um beco sem saída.

    Como já se percebeu não existe uma direita, especialmente num fora como este.

    Uma direita para combater o “domínio” da esquerda em Portugal é uma direita de compromisso. O compromisso é necessário num projecto político, não num espaço de ideias e de opiniões - saudavelmente divergentes e, por vezes, conflituosas - como eu entendo ser o caso deste espaço.

    Mas o entendimento é o meu. Posso estar enganado.

    Cumprimentos.

  • Direita de valores cristãos

    “Aos poucos, as palavras vão recobrando o seu sentido, livrando-se do novelo da embromação ideológica que as envolvia. Ninguém mais precisa ter receio de ser tachado de direitista por mascates embusteiros ou por anões morais a serviço das esquerdas. Porque é perfeitamente possível cotejar as idéias de que todos somos herdeiros: os que nos identificamos com o regime de liberdades públicas e de livre mercado temos a nosso favor as sociedades mais livres e abertas de que a história dá notícia; os que prestam tributo ao esquerdismo bolorento, ainda que sob a aparência de interesse público e comunitário, têm atrás de si um rastro de calamidades.”

    http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2007/12/vo-plantar-batatas-em-caracas.html

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