Sunday, January 20th, 2008...0:28

Nos blogues do Brasil

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Fernandinho, no Arquitetando Caminhos:

Atlântico

E lendo o blogue da revista Atlântico (aqui), me deparei em como estou longe de certas realidades culturais. Já me sentia longe lendo alguns amigos do Rio de Janeiro e de Porto Alegre, mas em termos nacionais e algumas questões internacionais (principalmente a respeito dos Estados Unidos), estávamos em perfeita sintonia. Mas Portugal para mim foi estranho. Sinto estar distante demais das idéias daquele país. Não sei o que escutam de música ou vêem na TV. E o pior que isso gera certo medo, de saber se o João Kleber faz sucesso lá… Que medo!

Mas bom site, mesmo que muita coisa eu não tenha entendido sobre as atualidades daquele país…

E, claro, teve entrevista com Reinaldo Azevedo (aqui). E gente burra tem aqui como em Portugal. Nos comentários não entenderam por que ele disse que José Saramago é um produto do capitalismo, da globalização, do mercado… Coisas da vida…

8 Comments

  • Hallo, Pessoal!

    Considero que qualquer tipo de ofensa - seja esta destinada ao Reinaldo Azevedo, aos membros da Atlântico, ou mesmo aos leitores e comentaristas do blog - deveria ser banida sumariamente.

    Classificar de “burras” as pessoas que fizeram um comentário, seja este qual for e desde que fique distante da ofensa, é grande falta de respeito.

    Atitudes assim deveriam ser eliminadas de qualquer veículo que se pretenda sério.

    []’s

    Marcelo

  • Marcelo, ninguém é chamado de burro directamente. O que se faz é uma constatação de facto: há burros lá como cá - e vice-versa. Cumprimentos.

  • Margarida Pereira
    January 20th, 2008 at 8:53

    Como é difícil exprimirmo-nos de molde a evitar equívocos…; como existem sempre trezentas leituras daquilo que escrevemos! E depois, há um sentimento amargo em tantos comentários que acidula tudo…
    Culpa de quem escreve ou responsabilidade de quem (assim) lê?…

  • Sobre a temática dos burros e dos estúpidos, matéria complexa e a pedir tese universitária, chamaria a atenção para esta pequena introdução ao assunto:

    http://fiel-inimigo.blogspot.com/2008/01/os-estpidos.html

  • O que acho uma grande falta de respeito pela netiqueta é a ausência de um link directo para o visado implícito no “gente burra”.

    [Já agora, o meu comentário da máquina do tempo para regressar a Espanha libertária ainda está preso no filtro]

  • Na verdade não queria ofender a ninguém. O “gente burra” é estado de espírito, não ofensa. Pode ser “enganado”, pode ser “confuso”. Mas, agora entendi o porquê do meu blog, que tende a zero leitores, subir para dois ou três… Tantos temas mais interessantes que trato por lá, foi logo este pequeno post a ser publicado aqui… Como sempre digo, coisas da vida. Mais: o foco do meu blog é cultura e não política, porém não sou isento a falar sobre o assunto.

    Obrigado pela publicação.

    Fernandinho

  • Só é possível entender a realidade de um país quando se vive nele.

    Dou um exemplo simples. No dia 12 de dezembro um post do Arcebispo de Cantuária remetia ao seguinte post de outro blog:

    “E, agora, um post à Arcebispo de Cantuária
    Título: Uma prisão sub til

    Manuel, debaixo do til, foi condenado a quatro anos de prisão.

    Nota: Intendência, não mudar o link do rodapé sem toda a gente perceber a minha piada

    publicado por Sofia Bragança Buchholz às 00:46″

    Li e reli o texto e não entendi (não “percebi”, como se diz em Portugal) a piada. Fiz várias suposições:
    Será que “til” - no Brasil apenas um sinal ortográfico - tem duplo sentido em Portugal? Será que é referência a algum Manuel Til, ou Subtil?

    Por fim, desisti de entender a piada.
    Tenho certeza de que se morasse em Portugal eu a teria entendido.

  • Júlio

    Sim, é uma referência a um homem chamado Manuel Subtil, que foi preso por ter feito uma ameaça de bomba.

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