Wednesday, February 20th, 2008...23:46
Para lá das alas
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Sendo certo que não tenho grandes expectativas sobre a “Ala Liberal” do CDS-PP, desejo aos envolvidos boa sorte e - mais importante ainda - clarividência e espírito crítico.
Já relativamente ao Michael Seufert, as minhas expectativas são bem maiores e mais firmes, razão pela qual recomendo a leitura destes três posts:
Porquê Liberal?
Porquê Liberal? (2)
Porquê Liberal? (3)
Independentemente das alas que o CDS-PP tenha ou deixe de ter, é de pessoas como o Michael Seufert que depende o futuro do liberalismo em Portugal.

23 Comments
February 21st, 2008 at 0:20
[…] certamente exagerado dizer que Independentemente das alas que o CDS-PP tenha ou deixe de ter, é de pessoas como o Michael Seufert …, como diz o André Azevedo Alves. O que não que dizer que deixe de corar pelo elogio, e que o […]
February 21st, 2008 at 11:11
Caro André
Partilho da sua falta de espectativa, uma vez que o CDS em termos de defesa do Estado Social tem estado lado a lado com o PCP e o BE.
Bem-haja!
February 21st, 2008 at 12:13
Caro André,
os textos do Micha são paupérrimos. Definir o liberalismo por oposição ao socialismo é próprio de quem não vislumbra nada além do preto e do branco. Entre a hipertrofia societária e a hipertrofia individualista há alternativa e ele, à semelhança dos restantes liberais não estruturados que roçam a anarquia pelo ódio ao Estado, desconhece-a.
Acresce que a falta de fundamentação teórica para essas paixonetas jovens levaram já o Micha a defender que o CDS, pela mão da JP, devia propor o fim do casamento como contrato civil. Deve ser a exemplos como este que ele se refere quando apoda de desinteressante e demasiado conservador o legado histórico do partido.
Cumprimentos,
Mafalda
February 21st, 2008 at 12:14
Correcção: levou e não levaram.
February 21st, 2008 at 13:15
A Mafalda, para variar, falta à verdade. ao contrário do que diz, o Micha limitou-se a defender a posição dele sobre a regulamentação jurídica das uniões entre as pessoas. nunca defendeu que o fim doi casamento devia ser uma bandeira do CDS ou da JP: Também por isso sou defensor do conceito de liberdade negativa. Aquela segundo a qual nós todos temos direito de viver como queremos e entendemos desde que não entremos em conflito com a escolha de vida de outro indivíduo. E é por isso que defendi o Não ao aborto, por entender que as escolhas de um indivíduo se devem poder sobrepôr à vida de outro. Por isso defendo o fim dos casamentos civis, porque acho que as escolhas de dois (ou mais, na verdade) indivíduos em se juntarem não deve ser “vigiada” pelo Estado - e quem quiser casar segundo qualquer religião deve fazê-lo com toda a liberdade, sem ter que “dar baixa” ao Estado.
Identica posição pode ser lida aqui.
O que a Mafalda não aceita é que as pessoas discutam e divirjam. Para a Mafalda, a admissibilidade da simples expressão de uma opinião diferente da dela depende de uma prévia qualificação intelectual e científica do seu Autor que só a Mafalda - naturalmente - está em condições de fazer.
Os textos do Micha são paupérrimos, simplesmente porque não foram escritos pela Mafalda nem contêm nada que ela possa subscrever (afinal Deus existe!). Ele não passa de um ignorante individualista desestruturado primário que odeia o Estado, simplesmente porque não pensa como ela.
(continua)
February 21st, 2008 at 13:21
O que a Mafalda ainda percebeu é que é justamente por causa da pesada herança de pessoas que pensam como ela - absolutamente castradoras das mais elementares liberades, até as de livremente exprimir um pensamento sem ser desqualificado intelectualmente por quem dele discorda - que se justificam os movimentos que acham que o legado do partido é demasiado conservador e desinteressante.
Para a Mafalda, há um conjunto de assuntos proibidos e intocaveis, insusceptiveis de ser sequer discutidos, quanto mais revistos. Não faz mal. Sobretudo porque essa maneira dela estar garante a sua absoluta impermeabilidade aos avanços da humanidade. E quanto mais a humanidade se distanciar lá do sítio onde ela vai ficar quietinha, melhor.
February 21st, 2008 at 16:11
Filipa,
espero que não tenha de tornar públicos os emails onde as pessoas da JP defendiam o fim do casamento como contrato civil. E sustentavam que essa devia ser uma bandeira do partido.
Porque talvez seja essa a única maneira de provar que não faltei à verdade. Eram muitos os argumentos mobilizados. Alguns dos quais passavam por coisas tão interessantes como “o estado não tem nada a ver com a minha vida” e “odeio tanto o estado que sempre que posso passo um sinal vermelho no trânsito”. Não será também necessário, presumo, refrescar-te a memória e lembrar que este argumento até foi utilizado por alguém que agora tem responsabilidades no partido.
Reposta a verdade, Filipa, os textos do Micha não são pobres por serem dele. São pobres porque redutores. São pobres porque ignoram a distância que separa o conceito abstracto de indivíduo do conceito de pessoa. São pobres porque, ao bom estilo maniqueísta, colocam de um lado o liberalismo e do outro o socialismo, como se não houvesse mais nada entre um e outro.
São pobres porque se limitam a debitar, sem qualquer exercício de fundamentação, um conjunto de banalidades politicamente correctas. Essas que tu defines como progresso da humanidade.
Por fim, uma nota para te dizer que não imaginas como me sinto bem por me saber tão longe de ti e dos princípios, desnudados de toda a ética personalista, que proclamas.
A divisão de águas, contrária ao relativismo, é precisa.
Cumprimentos
February 21st, 2008 at 16:12
Como a FCP bem cita, não me lembro de alguma vez ter defendido o fim do casamento civil como bandeira partidária. É algo que defendo pessoalmente e, evidentemente, agiria em conformidade se a questão fosse posta no plano partidário. Daí a correr atrás dela vai um longo caminho…
Quanto à questão de fundo, creio que tudo depende de como definimos Socialismo. Se calhar para a Mafalda Socialismo é só defender a propriedade pública dos meios de produção. Mas para mim também é Socialismo o estado patrocinar uma forma de família.
Se calhar para a Mafalda é preciso defender a regulação do preço do pão para ser Socialista, mas para mim é Socialismo onerar gerações de contribuintes com défices orçamentais.
A Mafalda esteja à vontade para achar que ser socialista é promover estilos alternativos de vida. Mas para mim o Socialismo abrange qualquer promoção de estilos de vida, alternativos ou não.
Se para a Mafalda ser Socialista é o que defende políticas contra a economia de mercado, tudo bem. Mas para mim socialistas são as política de defesa de direitos positivos da maioria sobre a iniciativa do indivíduo.
February 21st, 2008 at 16:33
Peço muita desculpa aos leitores.
Uma vez mais enganei-me sobre o modo de estar da Mafalda. Afinal ela, naquele seu comentário acima, invocava, imputando o seu conteúdo ao Micha, um reservado e não público debate via e-mail que a Comissão Política Nacional da JP - da qual, à época, o Micha não fazia parte, mas a Mafalda sim - travou em tempos sobre a regulamentação jurídica da família. Debate esse, aliás, que pela simples razão de ter tido lugar, deu lugar à demissão da Mafalda daquele órgão.
Lamentavelmente, do alto da sua honestidade intelectual, a Mafalda atacou e desqualificou o Micha - que, repito, nem sequer fazia parte daquela direcção - pela razão simples de ainda não ter superado o trauma que a diminuta expressão e reduzido eco da sua extremada opinião teve, e vem tendo, neste e noutros foruns.
Lamentável - mas decerto muito séria e lealmente -, a Mafalda ameaça divulgar o conteúdo de mails da esfera reservada de uma instituição a que pertenceu (ou pertence) onde se expressaram - supondo-se sob reserva - mais de uma dezena de pessoas.
Por mim, a Mafalda pode fazê-lo, está autorizada a transcrever ponto por ponto tudo o que então disse e escrevi. Mas creio que só me represento a mim própria. Apesar de, naturalmente, estar certa de que também os outros, mesmo os que hoje ela diz terem responsabilidades no CDS, não estarem exactamente a tremer de medo.
Afinal, o julgamento da Mafalda não é assim tão importante, ou é?
February 21st, 2008 at 16:54
Se a Mafalda conseguir produzir um e-mail onde eu escreva o que cita, ou onde eu defenda o fim do casamento civil como bandeira para o CDS ou a JP, esteja à vontade. Coloque-o aqui em todo o seu esplendor para todos verem que menti quando disse que nunca fiz tal coisa; como digo agora que nunca escrevi as frases que implica serem da minha autoria. Autorizo-a a fazer isso.
Enquanto andar aqui com insinuações e o bluff de “eu conto tudo o que sei” não contará comigo para alimentar esta discussão.
February 21st, 2008 at 17:44
1º Micha, um pequeno esclarecimento: a fundamentação da ordem não tem que resultar do Estado tal como foi pensado pelo pensamento moderno. Já havia ordem antes do Estado, sabia? E para essa ordem tem que haver um determinado fundamento. Onde o encontra se apenas concebe uma liberdade negativa e um indivíduo abstracta e autistamente encerrado sobre si mesmo? Resvala para o positivismo? Mas não vê que assim é o Estado que tanto odeia que passa a ditar as regras? Como vê, talvez fosse bom reflectir mais sobre as alternativas postas em diálogo em vez de ter um leque empobrecido de opções.
2º O conteúdo dos emails tornou-se público quando as propostas foram discutidas a propósito da brilhante moção liberal que a JP resolveu apresentar em congresso, numa clara instrumentalização da estrutura jovem partidária ao serviço do portismo.
3º A CPN da JP entendia à época que devia ser uma bandeira do mandato daquele órgão, presidido pelo João Almeida, a defesa do fim do casamento como contrato civil. Para eles, porque o Estado nada tem a ver com as nossas vidas, quem era católico casava pela Igreja, quem não era não podia casar. Opus-me a isso e achei que a tonteira era tanta que, em coerência, me demiti. Não por a discussão ter lugar, mas porque me recusava a pertencer a um órgão onde não me revia minimamente.
4º A JP deixou cair a bandeira porque temeu que, no contexto de agitação que se fazia sentir, tal não fosse benéfico para os seus intentos. Verdadeiramente, a ala liberal de que o Micha faz parte continua arreigada a tal entendimento. Tanto que faz eco dele nos seus textos. A isso me referi. Mas porque a Filipa resolveu acusar-me de mentirosa, tentando incutir a ideia de que a posição do Micha era impar, limitei-me a explicitar, reavivando-lhe a memória, que a posição é mais ou menos consensual dentro do grupo a que ambos pertencem.
5º A dita ala liberal, versão recauchutada do portismo, quer fazer do CDS uma coisa que ele não é.
6º Como o eleitorado fiel do CDS, apercebendo-se dos intentos libertários dos protagonistas actuais, vai contestá-los, como os liberais que, mesmo longe daquilo em que eu acredito, sabem porque o são rapidamente constatam a falta de sedimento das posições portistas actuais, logo a Filipa resolve vitimizar-se um bocadinho. Esquecendo-se que eu não desmereci o Micha. Apenas tendo qualificado os seus textos.
7º Como para esse peditório já dei, meus caros, passem bem. E fiquem felizes com o partido da trotineta para onde vai desembocar o CDS.
February 21st, 2008 at 17:55
A Mafalda mente, uma vez mais. Nunca tais e-mails foram tornados públicos, pela razão simples de que o seu conteúdo nunca pretendeu traduzir uma posição oficial mas simplesmente encetar uma discussão. De resto, a de facto brilhante moção Fazer Futuro (que mereceu 45% dos votos no Congresso do CDS), subscrita por um grupo bastante alargado de jovens do partido, mas não pela JP, não defendeu o fim do casamento civil, bem pelo contrário.
Quanto ao resto, ainda não me tinha vitimizado, mas vitimizo-me: o discurso da Mafalda faz-me urticária. Espero, portanto, a bem da beleza da minha pele, que ela desta vez cumpra a sua promessa de já ter dado para este peditório e de nos deixar ficar com a bicleta. Trotineta, desculpem.
February 21st, 2008 at 18:14
Não posso deixar de notar que não produziu prova do que insinuava. Posso ser paupérrimo a escrever, mas ainda tenho uma memória razoável, fico contente.
Para mais concluo que a Mafalda não conseguiu encontrar nada que criticar nos textos a que este post originalmente se refere - não os esqueçamos. Veio aqui afirmar coisas ditas por terceiros e que eu até desconhecia. Vem aqui implicar essas míticas afirmações num programa político que a Ala Liberal possa defender, sem que alguém o tenha dito em nome dessa. Veio aqui semear uma confusão terrível contra ainda não percebi o quê, para terminar de forma… liberal.
Pois é exactamente pelo facto de a ordem ser anterior ao Estado que os liberais (eu, vá) defendem o seu emagrecimento.
Se já havia família, emprego, educação, solidariedade, ordem social, nações, antes de termos sequer estado - quanto mais o estado tentacular que hoje vivemos - se já havia tudo isto e mais, porque é que hoje, magicamente, devamos acreditar que só o estado nos pode garantir essas instituições, esses serviços?
February 21st, 2008 at 18:22
Filipa,
a moção a que te referes fazia referência implícita ao facto, que foi abordado explicitamente por congressistas, tendo sido, também, discutido em conselhos nacionais da JP.
Com mais calma, posso procurá-la para te reavivar a memória.
Estás a sofrer de amnésia selectiva.
February 21st, 2008 at 18:53
Era mesmo melhor que a Mafalda, quando tivesse calma, procurasse a dita moção, me reavivasse a memória e por uma vez comprovasse as afirmações que faz, sob pena de estar sempre a repetir-me quando digo que falta à verdade.
É que eu, que até fui co-autora do dito documento, fui verificar e não enconteri sobre o tema da família mais do que este parágrafo:
“No quadro legislativo, é fundamental proceder a uma ampla reforma da legislação Civil, sobretudo na área das Obrigações, mas também na área da Família, em que é necessário criar um todo coerente e adaptado ao novo modelo de sociedade e de família, e ainda na área das Sucessões, em que as actuais relações sociais obrigam a uma profunda reforma das consequências patrimoniais da morte. Fundamental ainda será a elaboração de uma nova Lei de Responsabilidade Civil dos Poderes Públicos, que atribua ao particular a possibilidade de ver condenada a Administração por más práticas de gestão da coisa pública, por omissão administrativa ou legislativa, entre outras. Numa lógica liberal, o Estado legislador deverá abster-se, sempre que possível, de legislar de acordo com quadros axiológicos ou ideológicos, deixando grande parte da regulação das situações jurídicas do dia a dia à liberdade das partes (através da figura do contrato, por exemplo), definindo apenas o enquadramento base dos diversos institutos jurídicos”.
Será que era a isto e à subliminar mas deveras evidente defesa do fim do casamento supostamente aqui contida que a sempre verdadeira e séria Mafalda se referia quando me diagnosticou amnésia selectiva? A mim, que só tenho problemas de pele?
February 21st, 2008 at 19:06
Filipa,
gosto particularmente da terceira pessoa que me diriges. Desculpar-me-ás, mas insistirei no tratamento por tu, que sempre foi habitual entre nós.
E ainda bem que foste pesquisar a moção, porque assim poupas-me trabalho. Vamos por partes, então:
1º Eu disse que a moção fazia referência implícita ao assunto. Ei-la aqui ” mas também na área da Família, em que é necessário criar um todo coerente e adaptado ao novo modelo de sociedade e de família”. Era esta a razão invocada por ti, e outros, para defender o fim do casamento como contrato. Constava implicitamente da moção e, durante o congresso, houve quem alertasse os congressistas para o verdadeiro pensamento dos autores dela sobre a matéria. Assim se tornando público o que até então era mais ou menos privado. Porque houve quem - e não fui eu - achasse que seria importante dar a conhecer o pensamento libertário - que não verdadeiramente liberal - de alguns dos que contestavam o Dr. Ribeiro Castro.
2º A chamada à colação do texto de que és co-autora demonstra claramente aquilo a que me referia. Mais do que liberais tu e quem contigo elaborou o documento são positivistas, pois só esses sustentam o afastamento de um referente axiológico do quadro de fundamentação da legalidade. Não percebendo sequer que o seu pretenso relativismo é já ele uma posição não neutral. Percebes agora porque disse que os texto do Micha não tinham profundidade?
Beijinhos para ti.
P.S Dizem que o crème de la mer faz milagres. Para além de combater a urticária, rejuvenesce e acrescenta beleza onde ela falha.
February 21st, 2008 at 19:40
Micha,
o ponto é: onde encontra o fundamento para essa ordem? Num quadro de referência axiológica. Que não se pode colimar no indivíduo, autistamente encerrado sobre si, como crê. Ao rejeitá-la, reduz tudo o que é ordem (direito) ao direito imposto por um legislador. Perde a noção de justo. Segundo a sua lógica, a esfera de cada um é um castelo absoluto e intransponível. Imagine que o seu vizinho ouve música em altos berros durante a noite. Como resolve o conflito? Se me disser que cada um faz o que quer e portanto ele pode ouvir música quando e como quiser, roça a anarquia, perdendo a ordem. Se me disser que ele o ofende, na sua integridade, eu dir-lhe-ei que aí já está, ainda que aproblematicamente, a lançar mão de uma hierarquia valorativa e como tal de uma axiologia. Que jamais será neutra, porquanto a neutralidade não existe.
Cumprimentos.
P.S. Volto a repetir. Muito esquematicamente para perceber. Eu acho a nova deriva liberal aproblemática, pouco densa, pouco sustentada, etc. Disse que ela resvala em posições que pouco ou nada têm a ver com o CDS. E ilustrei com o exemplo do casamento que está mencionado nos seus textos. A Filipa invocou que era uma posição só sua e não do CDS. Eu chamei à colação tempos antigos que mostram que a posição não é unipessoal, mas em geral da ala liberal, ou pelo menos de parte dela.
February 21st, 2008 at 20:31
A Mafalda disse: «Acresce que a falta de fundamentação teórica para essas paixonetas jovens levaram já o Micha a defender que o CDS, pela mão da JP, devia propor o fim do casamento como contrato civil.»
Com certeza que se enganou. É uma questão secundária, é verdade. Mas eu já disse que nunca o havia feito. Como tal pareço mentiroso.
Então a Mafalda, para continuar esta bela conversa, ou admite que se enganou (acontece, que diabo) ou prova o contrário, ou fica à espera de Micha-Godot.
February 21st, 2008 at 21:13
Caros,
Passei por aqui e fiquei espantado com o teor e substancia da vossa discussao…
Duas coisas:
Acabar com o casamento civil e simplesmente inconstitucional…
Alguem quer saber o que diz a Juventude Partidaria de um micro-partido?
Eu acho que nao e preciso uma trotineta basta um monociclo porque na propria legislatura, a continuar assim, o Portas vai sozinho para a AR:
http://pobladores.lycos.es/data/pobladores.com/ch/us/chustaman/channels/el_gran_circo_de_la_yerba/images/3433006simone_monociclo.gif
So mais uma coisa: Filipinha esse tom arrogante e snob fica-te mal especialmente quando acompanhado de falta de substancia (ai o “Micha” - o que e isto? - que me acuda)… vejo que nao aprendeste nada com a Maria Jose Nogueira Pinto e e pena… porque essa pode ser “tia” mas ao menos e educada e tem substancia.
Cumprimentos e tenham juizo!
February 21st, 2008 at 21:27
Jorge Janelas, ou se identifica ou é apagado dos comentários. Insulte os seus amigos em casa ou no seu blogue, ok?
February 21st, 2008 at 22:11
o PP já há muito que me desiludiu e não o vejo como partido liberal, sendo essa uma das razões que me leva hoje em dia a votar em branco… ainda tive esperança que o PND o fosse, mas esse também herdou os mesmos vícios da “casa mãe”… JP’s… autonomizem-se como partido e eu eventualmente voto em vocês… (se forem liberais e não uma reedição do CDS)…
February 21st, 2008 at 23:37
O meu nome e Jorge Janelas e nao tenho blogue. Sou um homem simples sem muitas posses mas com uma paciencia infinita. Com o devido respeito eu nao insultei ninguem. Apagar-me nao acrescentaria substancia ao que aqui se escreveu. Apagar o que escrevi, para que? Se o que escrevi acaba de ser confirmado na soberba que empresta as suas palavras? A autoridade para ser exercida precisa de fundamento sob pena de se tornar um exercicio de arbitrariedade. Ai concordo com a Mafalda. Mas faca o que quiser, nao tenho especial carinho pelo que escrevi aqui ha pouco. Boa noite.
February 22nd, 2008 at 0:11
“Com o devido respeito eu nao insultei ninguem.”
“So mais uma coisa: Filipinha esse tom arrogante e snob fica-te mal especialmente quando acompanhado de falta de substancia (ai o “Micha” - o que e isto? - que me acuda)… vejo que nao aprendeste nada com a Maria Jose Nogueira Pinto e e pena… porque essa pode ser “tia” mas ao menos e educada e tem substancia.”
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