Não digo que não.
Sou até da opinião que ombreia perfeitamente com Castro, Chavez e o velho Adolfo, cuja oratória e força dos discursos, mereceram sempre a atenção de qualquer mortal.
Casos sérios da política mundial, mesmo que se tratasse de gente sem ideias sobre coisa nenhuma.
E com carreiras políticas brilhantes, tb.
Mas, enfim, sobre as qualidades de Obama, temos de prestar sobretudo homenagem a quem as descobriu logo: o benemérito Luis Farrakhan, da Islam Nation e o arcebispo da Igreja de que Obama faz parte e que, aliás, ainda não há muito tempo atribuiu um prémio ao Luis.
De resto, as ideias de Obama são de grande alcance….as mais notáveis podem resumir-se em fugir do Iraque e dar um abraço a Amadinejah.
Ah…e a Raul Castro também.
Tem a alaíde toda a razão. Trata-se de um caso sério, mesmo sem levar em linha de conta a postura antisemita de alguns dos seus mais notaveis assessores, como Zbigniew Brezinsky, amigo do tb notável Jimmy Carter, o tal do “apartheid sionista”.
Mas falar bem, fala….parece é que anda a fzer cópias Xerox de discursos alheios…
Mas já se percebeu que para muita gente, isto da política é um mero show, um mercado de “carreiras políticas” (daí não quererem uma redução drástica do Estado……………..? visão “conspirativa”, já sei), etc.
A credibilidade destes crédulos enquanto comentadores vale zero. Mais vale comentarem os fatos do Obama e o penteado da Hillary. Sinceramente é mais divertido.
honestidade, ética, ideias, princípios, o que é isso?
o mesmo com um zé saloio que queria ser engenheiro. um vicente dizia na tv que era convincente. esse corvo careca que esbogalha os olhos entrou uma vez em Charles de Gaule pela porta errada e os bimbos portugueses estiveram 1/2 hora à espera. estes intelectuais da “isquerda” entram sempre pelo lado errado
o homem tem mesmo um vozeirão, fala bem e isso tudo mas, caramba, diz alguma coisa?
Há mais substância numa frase do avôzinho simpático que é o Ron Paul, ou mesmo da Hillary, do que num discurso completo do Obama. A sério, o Estado de Direito americano, pelas características históricas e culturais resiste a quase tudo mas, pouco a pouco, a resistência pode ser minada (e é) e, a prazo, sem saber como é que acabámos no autoritarismo (ou pior) é certinho que vamos lá parar. Obama é uma “arma” gramsciana perfeita para o processo. Há outros, mas poucos que encaixem tão bem no sonho do Gramsci.
Digo “nós” porque bem vistas as coisas, temos a tendência de copiar o pior da América e não há volta a dar-lhe. Eles lembram-se do mais absurdo e nós vamos atrás, sem as defesas e o espírito que os americanos, individualmente considerados, ainda têm e sem os checks and balances do sistema deles. Ou seja: o que eles fazem de mau, nós “exponeciamos”. Obama é só mais um degrau na “Road to Serfdom”. A Hillary podia ser a vacina.
5 Comments
February 22nd, 2008 at 17:33
Não digo que não.
Sou até da opinião que ombreia perfeitamente com Castro, Chavez e o velho Adolfo, cuja oratória e força dos discursos, mereceram sempre a atenção de qualquer mortal.
Casos sérios da política mundial, mesmo que se tratasse de gente sem ideias sobre coisa nenhuma.
E com carreiras políticas brilhantes, tb.
Mas, enfim, sobre as qualidades de Obama, temos de prestar sobretudo homenagem a quem as descobriu logo: o benemérito Luis Farrakhan, da Islam Nation e o arcebispo da Igreja de que Obama faz parte e que, aliás, ainda não há muito tempo atribuiu um prémio ao Luis.
De resto, as ideias de Obama são de grande alcance….as mais notáveis podem resumir-se em fugir do Iraque e dar um abraço a Amadinejah.
Ah…e a Raul Castro também.
Tem a alaíde toda a razão. Trata-se de um caso sério, mesmo sem levar em linha de conta a postura antisemita de alguns dos seus mais notaveis assessores, como Zbigniew Brezinsky, amigo do tb notável Jimmy Carter, o tal do “apartheid sionista”.
Mas falar bem, fala….parece é que anda a fzer cópias Xerox de discursos alheios…
February 22nd, 2008 at 17:45
isto é que é um bom discurso , com ideias brilhantes , dignas de merecerem a atenção de qualquer pessoa ao ponto de as converter imediatamente …
http://es.youtube.com/watch?v=cvrhk_7qRlM
February 22nd, 2008 at 18:22
patético
Mas já se percebeu que para muita gente, isto da política é um mero show, um mercado de “carreiras políticas” (daí não quererem uma redução drástica do Estado……………..? visão “conspirativa”, já sei), etc.
A credibilidade destes crédulos enquanto comentadores vale zero. Mais vale comentarem os fatos do Obama e o penteado da Hillary. Sinceramente é mais divertido.
honestidade, ética, ideias, princípios, o que é isso?
February 22nd, 2008 at 18:51
o mesmo com um zé saloio que queria ser engenheiro. um vicente dizia na tv que era convincente. esse corvo careca que esbogalha os olhos entrou uma vez em Charles de Gaule pela porta errada e os bimbos portugueses estiveram 1/2 hora à espera. estes intelectuais da “isquerda” entram sempre pelo lado errado
February 23rd, 2008 at 0:21
aL,
o homem tem mesmo um vozeirão, fala bem e isso tudo mas, caramba, diz alguma coisa?
Há mais substância numa frase do avôzinho simpático que é o Ron Paul, ou mesmo da Hillary, do que num discurso completo do Obama. A sério, o Estado de Direito americano, pelas características históricas e culturais resiste a quase tudo mas, pouco a pouco, a resistência pode ser minada (e é) e, a prazo, sem saber como é que acabámos no autoritarismo (ou pior) é certinho que vamos lá parar. Obama é uma “arma” gramsciana perfeita para o processo. Há outros, mas poucos que encaixem tão bem no sonho do Gramsci.
Digo “nós” porque bem vistas as coisas, temos a tendência de copiar o pior da América e não há volta a dar-lhe. Eles lembram-se do mais absurdo e nós vamos atrás, sem as defesas e o espírito que os americanos, individualmente considerados, ainda têm e sem os checks and balances do sistema deles. Ou seja: o que eles fazem de mau, nós “exponeciamos”. Obama é só mais um degrau na “Road to Serfdom”. A Hillary podia ser a vacina.
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