Monday, March 3rd, 2008...1:03

A importância da National Review

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William F. Buckley Jr.– R.I.P. Por Justin Raimondo.

It is hard to over-emphasize the importance of National Review for the young conservatives of the 1960s: there was no other magazine, no other center of intellectual nourishment, for us, but then none was needed. NR was quite enough. That’s because there was no party line, no neoconservative enforcers of the Frummian variety, no partisan sensibility that distorted the editors’ always sharp analysis of what we, as conservatives, ought to do, say, and think about this or that, no looking over one’s shoulder. In the pages of NR the intellectual heavyweights—Meyer, Russell Kirk, and the like—battled it out: Liberty versus Order, Fusionism versus Traditionalism, Rollback versus Containment. The Big Issues, and all very appealing to a callow youth in search of answers and intellectual adventure.

3 Comments

  • Tenho a melhor impressao de Buckley, mas devo dizer que ao ler velhos artigos e ao ver videos do programa, a impressao e muito viva de que Buckley, de um ponto de vista intelectual, era muito inferior aos neoconservadores que ditam agora o curso da direita americana. Sempre a subir, portanto.

  • não posso comentar porque o meu inglês técnico é dum curso dominical pois como sou laico não vou à missa juntamente com a reacção.

  • “Buckley, de um ponto de vista intelectual, era muito inferior aos neoconservadores que ditam agora o curso da direita americana. Sempre a subir, portanto.”

    Existe cada maluco … se existe coisa a favor de Buckley é a sua enorme bagagem intelectual, a par da sua escrita elegante, uma personalidade aristocrata, com charme, etc.

    Tudo o que os turculentos trotsky-cons não são.

    Infelizmente Buckley vendeu a alma para receber os anti-urss liberals (no sentido americano de leftists) que acabaram a destruir a diversidade da direita americana… fazendo parecer tudo á direita do seu “leftism” (continuo a achar que o melhor termo será: “centrismo extremista”) como extrema-direita, quando não anti-semita (basta não apoiar entusiasticamente Israel, mantendo-se distante), ou quem era crítico de Lincoln, Roosevelt (começando logo como o louco - nas palavras de Mark Twain - Teo), Wilson e até Truman, do que representou a WWI (bem, talvez o ínicio do fim do ocidente tal como as “peloponesian wars” o foram para a Grécia antiga…curioso, os neo-cons como VDH só lhe vêm glória, etc…morons, complete morons).. e uma administração Roosevelt literalmente rendida e a trabalhar para Estaline.

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