Monday, March 10th, 2008...15:14
Um aluno universitário
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Eis uma mensagem:
.tudo bem professor?a aula toturial pode com certezas ficar na 3feira das 14h as 14:30h?desculpe o incomudo
Convém notar que se trata de um aluno de primeiro ano da universidade, o que desculpa alguma coisa. E “professor” está impecavelmente escrito.
PS: é português, viveu sempre em Portugal, e não é diferente de muitos outros.

12 Comments
March 10th, 2008 at 15:30
Onde quer chegar com isso caro Paulo Tunhas?
Conheço prostitutas que me dizem “obrigado” e escrevem versos….
Francamente não percebo essa sua confusão…
March 10th, 2008 at 15:46
Pelas minhas contas, esse aluno frequentou a escola primária quando o professor Cavaco Silva era primeiro-ministro.
March 10th, 2008 at 15:52
As prostitutas que dizem obrigado, deveriam dizer obrigada (com “a”). Não lhe saiu bem o exemplo…
March 10th, 2008 at 15:54
Por curiosidade: É aluno de uma feculdade pública ou privada?
March 10th, 2008 at 15:54
Ai! “faculdade”
March 10th, 2008 at 16:23
É um produto do eduquês e da falta de lambada nas nossas escolas…
March 10th, 2008 at 16:58
Não era necessário terem apagado o meu comentário, não era abusivo creio.
Mas obrigado.
March 10th, 2008 at 17:15
mas ao menos parece ser um rapaz simpático e bem educado
“tudo bem professor?”
“tudo bem” é um bocado para o algarvio
é algarvio o aluno?
(sem preconceitos que eu também sou algarvio)
March 10th, 2008 at 18:30
O português do formando é execrável, mas isso não inviabiliza - antes fomenta - a possibilidade de ser excelente aluno a inglês técnico.
March 10th, 2008 at 18:56
o pc corrige os erros ortográficos o pior, dizia um advogado, “são os de xintaxe”. um juiz meu conhecido coleciona textos de advogados onde aparece “criança com tusa” e outros mimos. troco com ele a minha colecção. exemplos da BNL ou BNP: livro “ruído do bicho” ou “mudou para michelânia”.
March 10th, 2008 at 19:09
bipennis
March 10th, 2008 at 18:56
Já me aconteceu um advogado do Algarve, numa audiência judicial, usar expressões populares sem pensar de onde elas viriam. Assim, em 30 minutos que lá estivemos, disse: “tinha-os no sítio” e “não coiso nem sai de cima”. Até hoje, só acredito no que ouvi porque a expressão da oficial de justiça foi clarificadora.
March 11th, 2008 at 14:50
o professor não está habituado à linguagem dos jovens. ainda acha que o professor é aquela figura distante, formal, vestida de preto. os erros sao de certeza de typing, o rapaz estava a guiar enquanto escrevia
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